Entrevista com Cláudia Sepé



Que tal conhecer um pouco mais do universo da publicação? Assim você amplia seu contato com o mercado editorial pela visão de profissionais da área e de escritores.

Para começar, um bate-papo com a nossa autora Cláudia Sepé (Cora no foguete e outras infâncias em forma de poesia), que carrega uma bagagem cheia de conhecimento literário. 

Se você ainda não publicou o seu livro e tem algum dúvida, só perguntar! 


AMÉLIE EDITORIAL: Cláudia, você tem outros livros escritos, além de Cora no foguete e outras infâncias em forma de poesia? Eles foram publicados por uma editora tradicional ou por uma de autopublicação, como a Amélie?

CLÁUDIA SEPÉ: Sim, eu tenho mais 4 livros. Dois saíram por editoras convencionais e dois por autopublicação.


AE: Por que você escolheu publicá-lo por uma editora de autopublicação?

CS: Porque eu gerencio o meu próprio tempo. Se eu tentar por uma editora convencional, o processo é demorado e, muitas vezes, sem resposta. Na autopublicação, é o meu tempo, não temos que ficar na espera, nesse processo longo e quase sem retorno. Em princípio gastamos mais, mas no fim compensa. Controlamos o processo e nossa voz é ouvida. Somos mais donos do nosso produto.


AE: Para você, quais são as vantagens da autopublicação?

CS: Tempo. Ainda mais se for o primeiro, se for um sonho. Você fica mais dono do seu processo, pode interferir e sua opinião é válida.


AE: Como conheceu a Amélie?

CS: Conheci pela internet em uma busca por editoras de autopublicação. O que me fez bater o martelo foi, primeiro, o nome Amélie, que me lembra o filme Amélie Poulain (que eu adorei); achei o logo fofo. Mas o mais importante foi a reputação da empresa. 


AE: Qual foi a sua primeira impressão em relação ao trabalho da Amélie? O que te deu a certeza de publicar sua obra com a gente?

CS: Foi ótima, desde o início. A Aline ela é super profissional, bem organizada, sempre pronta para responder a todas as questões e acolhendo todas as sugestões/dicas. Eu fechei o trabalho sem conhecer quem estava por trás da Amélie e ao longo do trabalho só foi confirmando a boa impressão que tive desde o início. Prazos cumpridos e forma de atuar bem transparente. Só tenho elogios.


AE: Desde seu primeiro contato com a Aline até agora, que a publicação de Cora no foguete e outras infâncias em forma de poesia já está próxima, como tem sido sua relação com a Amélie?

CS: Excelente! De todos os meus trabalhos de publicação, este está sendo o mais tranquilo, sinceramente. Vou sempre indicar. Trabalho de excelência. Parece que eu e a Aline somos amigas pela forma que ela conduz o trabalho. Muito bom!


AE: Você vem da área da educação e da linguagem, e, por seu livro ser todo ilustrado, o texto e as imagens coexistem, têm igual importância na produção. Como foi conduzido o trabalho textual e de desenvolvimento das ilustrações de sua obra?

CS: Foi bem legal. Eu pude escolher entre um número de ilustradores a que mais me agradou e também pude opinar durante o todo o processo de construção das ilustrações, gostei bastante.


AE: Como você pretende lançar a obra? E quais as estratégias de venda?

CS: Eu ainda não decidi. Talvez seja uma das etapas mais difíceis (além da revisão). Não descartei a possibilidade de lançar em livraria, por mais que ela fique com uma boa parte dos lucros. Sobre as vendas, vou usar fundamentalmente a internet e meus contatos em escolas para vender.

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